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Liberação do medicamento Heberprot-B que reduz a amputação em diabéticos

Para: Ministério da Saúde, ANVISA

O Heberprot-B, uma nova droga criada em Cuba que reduz em até 80% o risco de amputação dos pés de pacientes diabéticos, ainda não está liberado para uso no Brasil. Vários países já aprovaram o uso do medicamento.

A cada ano, entre 15% e 30% dos pacientes que apresentam úlcera do pé diabético (DFU) — uma ferida crônica no pé que ocorre em decorrência a uma complicação da doença — precisam amputar o membro inferior, geralmente afetado por infecção e gangrena.

O Heberprot-B é um medicamento injetável, criado no Centro de Engenharia Genética e Biotecnologia (CIGB), em Havana, que começou a ser aplicado maciçamente no sistema de saúde cubano em 2007, como parte de um programa de assistência primária aos pacientes com úlcera diabética. Dez anos depois, o Brasil ainda não aprovou o seu uso. Enquanto isto, milhares de brasileiros tiveram que ser amputados.

O medicamento comprovadamente acelera a cicratização de úlceras profundas e complexas, tanto neuropáticas quanto isquêmicas. O tratamento é feito durante dois meses, com três aplicações semanais de injeção diretamente no local da ferida. Desde que o novo medicamento começou a ser utilizado em Cuba, os casos de amputação de pés de pacientes com úlceras diabéticas foram reduzidos em mais de 80%.

As úlceras diabéticas seguidas de amputação são complicações muito temidas pelos pacientes, já que mais de 50% dos doentes que sofrem com esse problema não costuma ter mais de cinco anos de vida. O Heberprot-P tem como ingrediente ativo o fator de crescimento humano recombinante, e a eficácia do produto foi demonstrada em um estudo com mais de 4 mil pacientes.

Em 2013, o Ministério da Saúde, através da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, iniciou os procedimentos para liberar a medicação, considerando que ela combate sério problema de saúde, com número de enfermos em crescimento em todo o mundo, os quais em prazo variável apresentam complicações crônicas de tipo macro e micro-angiopáticas, ainda mais frequentes naqueles que não realizam tratamento adequado e que não apresentam bom controle metabólico, podendo levar à cegueira, à insuficiência renal crônica e à amputação de membros inferiores;

Considerando que o medicamento Heberprot-P é uma das possíveis opções terapêuticas para o tratamento do pé diabético ulcerado e que necessita completar sua fase de desenvolvimento para uso no Brasil;

A ANVISA não pode continuar ignorando o medicamente. Queremos a imediata abertura de todos os procedimentos e protocolos para que a medicação possa ser utilizada no Brasil, o mais rapidamente possível e evite as amputações e sofrimento de brasileiros. Lembrando que as amputações provocam, além de muitos sofrimentos, inúmeros prejuízos econômicos ao nosso país.

Nós abaixo-assinados requeremos ao Ministério da Saúde agilidade no processo de regulamentação da medicação e que os brasileiros tenham o direito de acesso ao fármaco, para que as amputações dos pés de pacientes diabéticos não continuem em índices alarmantes.

Para saber mais sobre o medicamento, leia a matéria abaixo:

https://oglobo.globo.com/sociedade/saude/medicamento-reduz-em-80-risco-de-amputacao-para-pacientes-com-ulcera-do-pe-diabetico-17147506?



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