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Petição pela proibição da exposição de recipientes que contenham cloreto de sódio (sal de cozinha) em mesas/balcões de bares, lanchonetes, restaurantes e similares,no município de Americana.

Para: População do município de Americana


Com o desenvolvimento da pesquisa científica, são cada vez mais conhecidos os males causados pela ingestão demasiada de cloreto de sódio, o conhecido “sal de cozinha”.
O Ministério da Saúde (MS) adverte que um em cada quatro brasileiros é diagnosticado com hipertensão. Entre fevereiro e dezembro de 2016, o número de pessoas afetadas pela doença cresceu 14,2% em dez anos, passando de 22,5% em 2006 para 25,7% em 2016. Também de acordo com o órgão federal, as mulheres têm apresentado maior incidência no diagnóstico do que os indivíduos do sexo masculino e o número de casos cresce conforme aumenta a idade da pessoa.
Ainda segundo o MS, o brasileiro consome, em média, de 12 gramas de sódio, diariamente. O valor é quase o dobro do recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), de até cinco gramas por dia. Outro dado de relevo sobre o tema é que 75% do consumo de sódio no Brasil está associado à quantidade de sal adicionado pelos consumidores na preparação e no consumo dos alimentos.
Nesse passo, é oportuno ressaltar que em Americana, segundo informações da Secretaria Municipal de Saúde no período de 2013 à 2016, foi registrada uma média de 300 óbitos por ano causados por doenças do aparelho circulatório.
Vale lembrar, as doenças do aparelho circulatório estão estritamente relacionadas ao consumo excessivo do cloreto de sódio (sal de cozinha).
A medida de proibição de recipientes que contenham cloreto de sódio em mesas de bares e restaurantes é parte de uma politica pública de prevenção e combate à hipertensão, adotada internacionalmente. Em nosso país, ela é presente em cidades como Belo Horizonte (MG), Porto Alegre (RS), Guarujá (SP), entre outras.
Em verdade, estamos diante de um enorme problema de saúde pública, sendo certo que é consenso na medicina que o excesso de sal de cozinha é um dos principais inimigos da boa forma física; como exemplo de doença relacionada a esse mau hábito alimentar, citamos a hipertensão arterial - causa direta de doenças cardíacas e renais.
Acreditamos que o Poder Público não deve se manter calado em casos de aumento de doenças relacionados ao consumo descomedido de certos ingredientes, e, em se tratando de problema de saúde pública, é dever dos parlamentares e da população adotar medidas preventivas, como a ora pleiteada.
Concluindo, a própria Prefeitura de Americana apresentou o sal de erva como opção ao sal comum, já que “ele possui menos quantidade de sódio, elencado como um dos vilões nas causas de infartos, Acidente Vascular Cerebral (AVC), pedras nos rins, agravamento da osteoporose, além de acelerar o processo de envelhecimento, isto quando consumido em excesso”. “Na receita básica para se produzir o sal de ervas estão o sal grosso, orégano, alecrim e manjericão”, informa, por meio de sua unidade de imprensa.



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