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PROTOCOLO DE ATENDIMENTO ARTHUR SILVA

Para: mães, enfermos, pais, responsáveis, público em geral

O PROTOCOLO DE ATENDIMENTO ARTHUR SILVA

SERÁ ADOTADO QUANDO CRIANÇAS QUE NECESSITAM DE INTERNAÇÃO EM LEITO DE UTI FOREM RECEBIDAS EM HOSPITAL PÚBLICO.

COM A ATUAÇÃO DIRETA E CONJUNTA, DO ADMINISTRADOR REGIONAL DA LOCALIDADE, GOVERNADOR OU PREFEITO, DELEGADO PLANTONISTA DA POLÍCIA CIVIL, CORREGEDORIAS E CONSELHOS DE ÓRGÃOS NACIONAIS E INTERNACIONAIS DE PROTEÇÃO DA VIDA. DENOMINADA ESSA REDE COMO REDE PELA VIDA.

QUE FISCALIZARÃO A BUSCA DA VAGA EM LEITO DE UTI, EM REDE PÚBLICA OU PRIVADA PARA CRIANÇAS QUE NECESSITAM DE INTERNAÇÃO PELO RISCO DE ÓBITO.

Visando a preservação da vida da pessoa enferma com indicação de internação em leito de UTI (pública ou privada)

Não há sentido em fazer a dolorosa "via crucis do judiciário", impetrando Ação judicial para quem não tem tempo para esperar uma liminar, é necessária a LOCALIZAÇÃO IMEDIATA DA VAGA EM LEITO DE UTI, em hospital público ou privado, sem a necessidade da família em contar com a incerteza da localização da vaga por parte da gestão hospitalar ou atuação judiciária que conta com DESCUMPRIMENTO DE ORDEM JUDICIAL rotineira, por parte de hospitais públicos e com a negativa de hospitais privados em disponibilizarem leito de UTI por ausência de convêncio com o SUS, ou de espécie para arcar com o custo dessas vagas em rede privada.

Nosso sistema único de saúde é referência internacional, não devemos permitir que pessoas morram aguardando resultados de Ações judiciais que muitas vezes, mesmo envolvendo a VIDA são descumpridas por gestores hospitalares, secretários de saúde ou pela atuação individual de quem tem por responsabilidade garantir o direito à vida.

Não podemos deixar nossas crianças e outros enfermos que necessitam de internação em leito de UTI serem mortos pela ATUAÇÃO TECNICISTA DE GESTORES E DEFENSORES DOS DIREITOS DOS VULNERÁVEIS, como pessoa enferma que necessita de internação em leito de uti.

Todos temos conhecimento, que no Brasil são poucos, mau equipados ou fechados os leitos de UTI, em diversos Estados Brasileiros, a omissão de socorro e a fraca atuação de quem possui responsabilidade legal, de buscar um LEITO DE UTI não pode continuar traçando o destino dos enfermos e famílias que lutam pela vida.


CONHEÇA O CASO QUE DEU ORIGEM AO PROTOCOLO ABAIXO ASSINADO PELA CRIAÇÃO E ADOÇÃO DO PROTOCOLO ARTHUR SILVA.

Cronologia da morte do menino ATHUR SILVA (de cinco anos de idade), baleado em festa de Ano Novo 2018

00h01: O menino Arthur fazia bolhas de sabão com outras crianças no quintal da família, durante a queima de fogos, quando caiu repentinamente. Parentes notaram sangue na nuca e o levaram para o Hospital Family, segundo informações da família
00h05: Arthur dá entrada desacordado no Hospital Family
Sem horário definido: O menino Arthur passa por exames e, como o hospital não tem UTI pediátrica, inicia tentativa de transferência para a rede pública. Hospital diz ter oferecido ambulância, mas afirma que família preferiu acionar o Samu
01:11 - Hospital Family faz contato com Hospital Albert Sabin e recebe a informação de que não há vaga
01:14 - Hospital Family faz contato com Hospital das Clínicas e recebe a informação de que não há vaga
01:19 - Hospital Family faz contato com Hospital da Luz Vila Mariana e recebe a informação de que não há vaga
01:23 - Hospital Family faz contato com Hospital Leforte e recebe a informação de que não há vaga
01:26 - Hospital Family faz contato com Hospital Vida's e recebe a informação de que não há vaga
02:00 - Hospital Family faz contato com Hospital Sabará e é orientado a ligar mais tarde
02:38 – O resultado da tomografia aponta lesão por arma de fogo e corpo estranho alojado na cabeça do menino
Sem horário definindo: Família ainda afirma que ligou para os hospitais São Camilo, unidade Pompeia, e São Luiz, unidade do Morumbi, e também não conseguiu vaga. Hospital segue tentativa de fazer transferência e tem dificuldades em conseguir vaga.
03:29 - Hospital Family faz contato com Itapecerica da Serra e recebe a informação de que não há vaga
03:31 - Hospital Family faz contato com Hospital regional Osasco e recebe a informação de que não há vaga
03:48 - Hospital Family faz contato com Hospital M Boi e recebe a informação de que não há vaga
03:50 - Hospital Family faz contato com Hospital Heliópolis e recebe a informação de que não há vaga
04:20 - Hospital Family faz contato com Santa Casa de Santo Amaro e recebe a informação de que não há vaga
04:53 - Hospital Family faz contato com Dr. Alexandre, do Hospital Pirajussara, que cede a vaga
Sem horário definido: Primeira ambulância que chega do Samu não tem UTI e é dispensada pelo Hospital Family
6:00 - Segunda ambulância do Samu com UTI chega sem médico. Dois médicos do Hospital Family vão junto e conseguem fazer a transferência da criança
6:20 - Arthur dá entrada no Hospital Geral de Pirajussara
Sem horário definido: Arthur passa pela avaliação da equipe de Neurocirurgia e por procedimento cirúrgico. Depois disso, é internada na UTI pediátrica
Após as 18:00 – Hospital divulga que Arthur não resistiu e morreu

Fonte> https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/familia-de-menino-morto-baleado-no-ano-novo-em-sp-reclama-de-demora-para-conseguir-vaga-em-hospital-veja-cronologia.ghtml




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